domingo, dezembro 31, 2006

eu não garanto nada
pode ser...
estou farta de res
pós
tá?
você só tem que arriscar
"estou farto do meu bem e do meu mal"
clichê mais é verdade
só sei na hora.

quinta-feira, dezembro 28, 2006

será que essa vontade toda de conscientizar
as pessoas é uma maneira de expressar um tipo de egocentrismo?
há uma necessidade de conscientizar rebanhos.
que conscientização é essa que nunca chega?
A conscientização é o céu dos pastores?
A tranformação é o fim?
Tranformação de quê?
"a arte é tranformadora"
essa frase!!!( tranformadora em quê?)
Rebanhos necessitam de pastores.
os carneirinhos imaturos precisam ser capacitados para se tornar pastores e conscientizar todo o rebanho.
o mais absurdo é que o rebanho sempre tem um pastor e nunca deixa de ser um rebanho.
conscientizado mas rebanho!


"nenhum pastor é um só rebanho! todos querem o mesmo, todos são iguais: o que pensa diferente tende a ir para o manicômio". nietzsche.

quarta-feira, dezembro 20, 2006



Pato Fu - Saudade


É de manhã bem cedo

A rua desperta

Na primeira hora

Sinto falta de você

E vou pedir

Mais uma vez

Pra você voltar

Olha, eu sei que não tenho

A sorte e o tempo

Sempre que eu tento

Não consigo te dizer

Tão simples é

Mas eu perdi

Tão lindo amor

A saudade faz sofrer

Não precisa nem querer

Mais e mais

Vou amar você

segunda-feira, dezembro 11, 2006

CALA a boca, BÁRbara

Cala a Boca, Bárbara
Composição: Chico Buarque / Rui Guerra


Ele sabe dos caminhos dessa minha terra
No meu corpo se escondeu, minhas matas percorreu
Os meus rios, os meus braços
Ele é o meu guerreiro nos colchões de terra
Nas bandeiras, bons lençóis
Nas trincheiras, quantos ais, ai
Cala a boca - olha o fogo!
Cala a boca - olha a relva!
Cala a boca, Bárbara
Cala a boca, Bárbara
Cala a boca, Bárbara
Cala a boca, Bárbara
Ele sabe dos segredos que ninguém ensina
Onde guardo o meu prazer, em que pântanos beber
As vazantes, as correntes
Nos colchões de ferro ele é o meu parceiro
Nas campanhas, nos currais
Nas entranhas, quantos ais, ai
Cala a boca - olha a noite!
Cala a boca - olha o frio!
Cala a boca, Bárbara
Cala a boca, Bárbara
Cala a boca, Bárbara
Cala a boca, Bárbara
Cala a boca, Bárbara
Cala a boca, Bárbara
Cala a boca, Bárbara


é calabar cantando a sua bárbara...
na peça uma certa bárbara
ouvi um bárbaro cantando a sua bárbara
muito lindo aquele grito
um grito de amor...

aí vem a barbara e a sua amada
ainda lembra calabar
o rosto é de anna
mas o amor é de calabar.




Bárbara
Composição: Chico Buarque - Ruy Guerra


Bárbara, Bárbara
Nunca é tarde, nunca é demais
Onde estou, onde estás
Meu amor, vem me buscar
O meu destino é caminhar assim
Desesperada e nua
Sabendo que no fim da noite serei tua
Deixa eu te proteger do mal, dos medos e da chuva
Acumulando de prazeres teu leito de viúva
Bárbara, Bárbara
Nunca é tarde, nunca é demais
Onde estou, onde estás
Meu amor vem me buscar
Vamos ceder enfim à tentação
Das nossas bocas cruas
E mergulhar no poço escuro de nós duas
Vamos viver agonizando uma paixão vadia
Maravilhosa e transbordante, feito uma hemorragia
Bárbara, Bárbara
Nunca é tarde, nunca é demais
Onde estou, onde estás
Meu amor vem me buscar Bárbara



aí parece vir calabar
pedindo a bárbara que não maltrate
seu amigo souto
que o traiu
mas ainda sim era seu amigo.
e souto ama bárbara
mas ela só o maltrata.


pode até nem ser mas eu sempre penso assim quando escuto essa música



Bárbara
Composição: Marcelo Camelo


Há muito uma menina vem maltratando o coração de um amigo meu
Eu acho que ela também já chorou mas também acho que já se esqueceu
Por que pisar num coração que ama e deixar ele sozinho
Sabendo que sua vida mais que tudo necessita de carinho?
Então eu imploro
Oh Bárbara
Não maltrate meu amigo
Pois eu sei que seu coração só pensa em
Bárbaranão maltrate meu amigo
pois eu sei que seu coração só pensa em ti
Já alertei a ele de todos os jeitos, todo seu perigo
Já disse que um dia dessa relação ele sairá ferido
Já contei tragédias e mentiras a seu respeito
Sei que o amor é cego e meus conselhos são sem efeito
Mas mesmo assim eu imploro
Oh Bárbara
Não maltrate meu amigo
Pois eu sei que seu coração só pensa em
Bárbaranão maltrate meu amigo
pois eu sei que seu coração só pensa em ti

essa é a minha preferida até agora.

sábado, dezembro 09, 2006

sinto muito se minha chinela é velha e anda muito desgastada.


Imagem é Tudo, Sua Cabeça Não Tem Nada
Composição: Jason

Você só pensa nessa porra de imagem.

Se acha foda, porque usa tatuagem.

Que radical, seu cabelo colorido.

Sensacional, essa argola no umbigo.

Seus amiguinhos com cara de ET,

Eu quero mais é que vão se foder.

Que continuem nessa porra de festinha,

Tomando um drinque ou fuçando uma farinha.

Você é uma barbie disfarçada e não se enxerga.

Por fora é uma beleza, mas o recheio é uma merda.

O meu armário não tem roupa prateada.

A calça é velha e tá meio desbotada.

Sinto muito se o meu tênis tá furado.

Não sou produto e não vou ser rotulado.

Não use fantasia pra ser diferente.

Seu figurino não condiz com sua mente.

Debaixo da carcaça há uma idéia ultrapassada.

Tudo tem limite, senão vira palhaçada.

Você é uma barbie disfarçada e não se enxerga.

Por fora é uma beleza, mas o recheio é uma merda.

Você é uma barbie disfarçada e não se enxerga.

Por fora é uma beleza, mas o recheio é uma merda.

*pensei em escrever um texticulo.mas acho melhor só a musica msm

sábado, dezembro 02, 2006

uma noite, um samba


hoje dia do samba
ontem num bar por aí( eu acho que era um bar)
um violão.
um pandeiros.
um escurinho.
um paliteiros fazendo papel de ganzá.
alguns sambas.
uma noite boêmia.
(faltou só uma caixinha de fósforo).

hoje eu escutei essa musica e lembrei de ontem
foi massa, teria ficado melhor se uma certa dor tivesse ido embora.

A volta do boêmio
Pato Fu

Boemia
Aqui me tens de regresso
E suplicante lhe peço
A minha nova inscrição
Voltei pra rever os amigos
Que um dia
Eu deixei a chorar de alegria
Me acompanha o meu violão
BoemiaSabendo que andei distante
Sei que essa gente falante
Vai agora ironizar:
Ele voltou
O boêmio voltou novamente
Partiu daqui tão contente
Por que razão quer voltar?
Acontece que a mulher
Que floriu meus caminhos
De ternura, meiguice e carinho
Sendo a vida do meu coração
Compreendeu
Me abraçou e dizendo a sorrir
Meu amor você pode partir
Não esqueça o seu violão
Vais rever os seus rios,
Seus montes, cascatas
Vá sonhar em novas serenatas
E abraçar seus amigos leais
Vá embora pois me resta
O consolo e a alegria
De saber que depois da boemia
É de mim que você gosta mais