sexta-feira, fevereiro 27, 2009

minha cripitonita


ô mulher a minha cripitonita é ele. eu não sei o que dizer então abraço. não sei como agir então falo um monte coisa assim tudo misturado. as vezes eu acho que ele não entende nada do que eu falo. mas eu me ligo de mais no que ele é falo. fico as vezes querendo ele muito. mas eu desisto. porque tenho medo de querer ele até doer. é isso. é pronto contei. agora você já sabe. eu sei. tu faz essa cara assim de desacreditamento. mas é mesmo verdade. eu não sou durona coisa nenhuma. tenho uma timidez nesse cantim aí. então é por isso que eu não tenho coragem de dizer nada pra ele. porque ainda gosto muito das conversas e dos abraços. prefiro ainda ficar por aqui. só. olhando pro sol e sentindo o seu abraço...

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

dança das nunvens...

Olhando assim pro céu umas danças de urubus passariavam por lá naquele cima. Aí de vez que em quando umas musicas são cantaziadas e vez por outra as boas chuvinhas com gotas que se pareciam com mãos. e chuvaradas de batidas aceleradas no ventre da estrada. pareando e um tal de destino se aproximando e sons de gentes juntas ia se aumentando na melodia. Aí que no fim uma sensação de não ter sido uma estrada. uma talzinha de leve (levíssima quase nas nunvens) uma talzinha de levizinha de sensação de na verdade ter sido uma viagi...

as vezes uma bad.

o que todo mundo chama de imprevisto eu prefiro dizer caos. o que vem a ser aquela coisa que não te dá garantia de que seus planos realmente se realize. então não adianta ficar com medo. porque não encarar a vida como se a gente só vivesse um miléssimo de segundo de vida. não planejar talvez seja legal. ou talvez seja bom planejar mas se cricrizar. não fazer amor com hora marcada. e não ter medo de fazer coisas que te dão prazer. só porque você pode morrer daqui alguns anospor fazer algo errado. ou coisas que vão prejudicar sua futura aposentadoria. porque não viver como se fossemos morrer mesmo a qualquer instante de tempo. porque não aproveitar as combinações do caos ( ou imprevisto). curtir as coisas que acontecem sem você esperar. poderia até ter ficado num escafandro imagine aí. e eu agora adoro os acasos que acontecem ainda mais mais e mais.