segunda-feira, novembro 29, 2010

O que quer?


O que querem as mulheres? Uma pergunta que um certo amigo muito fez ultimamente. Influenciado pela globo como milhões . Mas enfim... As mulheres o que querem. Essa pergunta creio eu, é impossível de responder. Cada mulher quer coisas diferente. O que nos une é o que nós não queremos. E é a coisa mais básica do mundo. Não queremos ser maltratadas só porque somos mulheres. Não queremos ser Menos prezadas só porque somos mulheres. Nem queremos ser duvidadas só pelo fato de sermos mulheres. Isso machuca. Como um tapa. E acima de tudo não queremos ser espancadas isso não. De jeito nenhum. O que queremos(?). Tem as que querem casar. parir. trabalhar. partir. se divertir. gozar. merendar. cantar. dançar. cozinhar. tocar. se embunitar. A lista é tanta que eu sozinha não daria conta. Mas é tão simples. são coisas que os homens também querem. A diferença é que por causa de uma definição de genero social veio dizendo a ambos o que é que pode e o que não se pode. Aí é foda né. Nenhuma de nós nega nossa femianilidade. Então porra mulher é mulher ora mais minina. Agora meu bem cada mulher quer uma igualdade diferente. cada relação estabelecida vai dizer coisas diferentes é só prestar atenção no que o olho diz.

terça-feira, setembro 14, 2010

o código da puta...


putas dançam com quem paga.
vez por outra beijam alguém tentando achar amor.
as raparigas dançam com quem dança sentindo a música.
e vez por todas pulam no abismo sem olhar o fundo.

sexta-feira, agosto 27, 2010

Matou o amor.


Ficou lembrando daquele romance que ela gostava tanto e que agora ficou parecendo auto ajuda sabe-se lá porque. Se fosse uma peça de teatro ( convenhamos) ela seria o dr. Flüguel ( nem sei se é assim que se escreve) e ele seria o Coiote. Ele todas as meninas gostam. Sempre ficou com várias. Sempre se interessou por várias. Ela morrendo de medo deles. Tímida pra dizer que tá afim só de umazinha e depois ir embora amanhã sem deixar o telefone. Tímida pra dizer que tá morrendo de apaixonada por ele muito antes dele se tocar que se apaixonou por ela. Não seria a menina alternativa que tá na moda (baseada em relatos de um amigo). Nem seria considerada a menina alternativa. Nem seria punk o suficiente pra ficar com outr@s sempre. Nem se interessa facilmente por qualquer um assim. Talvez meia travada pra ter curtido mais. Travada de mais pra ter levado mais nãos. A ponto de ter sempre guardado em segredos seus amores. A ponto deles até hoje nunca saberem que ela os amou. Até um dia ter acontecido algo ordinariamente. Começou a se interessar pelo submundo. Começou a se apaixonar pelo sujo. Começou a sentir Tesão pela madrugada das esquinas escuras. Começou a achar besta de mais a caça que eles fazem. Começou a não querer ser mais a caça ( talvez nunca tenha querido ser). Começou a cansar de esperar. Pronta pela primeira vez pra sofrer por gostar de alguém. E adorou essa tranqüilidade de gostar. Talvez pela primeira vez sem medo de receber um NÃO. Pela primeira consegue ficar de pernas abertas totalmente. Pela primeira vez conseguiu matar o amor. Ela matou o amor sem nenhum ritual de depois enterrá-lo. Agora satisfeita como alguém que se balança numa rede só com intenção de receber vento...

domingo, agosto 22, 2010

Vontade de redinha.


Vontade de redinha a balancar nas tardes da semana com ventim no pescoço.

terça-feira, junho 01, 2010

Bilhete pra ler ainda quentinho.



"Não racionalize teus sentimentos em teorias de liberdades porque eles vão acabar ficando presos.

Não viaja nao, porque eu também tô curtindo a viaje.

Tu sabe que eu não aguento sufoco.

Pela primeira vez vou livre de asa delta."

quarta-feira, maio 12, 2010

Bicicletando.


Um dia desses vi alguém falar andar de bicicleta é vigan mesmo.
Aí eu disse que nada, muita gente da perifa anda de bicicleta porque é seu único meio de se transportar para o centro por exemplo. pra praia, pro trampo, pra aula.
Eu por exemplo estou andando de bike, porque não tenho grana pra ficar pagando ônibus todos os dias da semana cinco vezes por semana. Não trabalho e nem tenho mamãezinha que fique me bancando. E nem tava mais com vontade de que minha mãe ficasse fazendo isso.
E outro perder o ônibus Pan americano aqui no pici é uma onda, se você perder o horário do ônibus pronto demora umas meia hora pra passar outro. aí droga chegar atrasada na aula e blá blá, porque o ônibus demora pra chegar, é lotado e passa um tempão parado quando chega na joão pessoa. todo aquele calor e todo aquele um monte de gente dentro ônibus. ái me dá logo uma agunia. sério mesmo. me dá logo um stress matinal.

Aí ó o primeiro dia que fui de bike pra aula.
mó limpeza porque eu pego a estradinha do campus do pici, ou seja, evito o trânsito da josé bastos e vez por outra dá pra dar uma merendadinha, beber uma aguinha e vez por outra encontro um conhecido do Campus do Pici ou do Pici. Aí pego a humberto montes mó limpeza também porque tem muitas árvores aí que rola umas sombrinhas. depois vem a jovita tem um poquim de trânsito dependendo do horário mas nada comparado a joão pessoa e também tem muitas árvores e rola mais sombras novamente. o bicho pega mesmo quando vai chegando na treze de maio. mas aí já tá perto de chegar na getilândia que também vez por outra rola fazer uma parada e dá uma merendada ou encontrar um conhecido. Pode me dizer cansa? cansa sim. pelo menos no primeiro dia cansou tanto que dormi pra caramba. Mas sinceramente prefiro ir de bicicleta do que de ônibus. Mas de vez em quando ainda bate um Ái que priguiça!!! e dá pra ir de ônibus pra dá uma descançada. mas no mais mesmo a bicicleta é melhor. muito!

segunda-feira, abril 26, 2010

Esfaqueada.


Um dia veio vuando uma faca e entrou direto no meu bucho. Ela é ágil, invisivel. Você nem percebe. Até que você se toca com um tempo o quanto é dificil andar com uma faca enfiada na barriga. A faca ela perfura primeiro a pele, e você sente mas não doi tanto. Incomoda. Mas é só um ardordim. Mas se você deixar a faca entra na carne e aí dói. sai sangue. E te dá medo vê teu próprio sangue assim sainda pra fora do seu corpo. E tudo se torna Faca enfiada no bucho. Nada importa tanto quanto a faca enfiada no bucho. E aí se você deixar ela entra cortando os nervos, o osso até chegar no coração. E aí não tem mais jeito. É só dor. Você se transforma na dor. Tem horas que você cai pra trás e se entrega a faca malvada. Porque arrancar a faca pode doer mais ainda. Até que a dor se torne mais grande que tudo, até que você. Aí se cria uma coragem medonha e se puxa a faca. E rebola ela bem longe. Fica a ferida aberta. mas com o vento ela vai fechando e tudo volta a rodar de novo como antes, só que agora com um pequeno detalhe a marca da pereba. Que é pra você não vacilar de novo.

quarta-feira, abril 21, 2010

O predominante era verde e vermelho.


Quando tava pra sair lá do Quilombo ainda era madrugadinha. Cheguei na casa do carro e uma senhora bonita, calada e olhar pra baixo me ofereceu um café forte e amargo do jeitinho mesmo que eu gosto. Ela era chamada de mulher, esqueceram o nome dela, todos que estavam lá só chamavam ela de muié. E passaram também a me chamar de muiézinha. Parece que por aqui o nome delas não importa muito. Ou elas são simplesmente muié ou são a muié do cumpade Mané Dito por exeplo. Quando o Pau de arara saiu rumo a um novo oriente. O que me parece mesmo é um velho oriente de cidade.

E aí que na estrada que a gente tava indo era um espichado de verde em todo o caminho. Pelo meio de todo aquele matagal verde bem verdim tinha uma estradinha vermelha e de chão batido. No desenrolar do caminho o dia ia se espriguiçando. E eu ia vendo as coisas aparecerem assim do nada como se fossem assombração.

De repente um vuá de passarinhos preto, voavam bem lá no alto formando um V bem grande no céu. Nunca tinha visto isso só em desenho animado. Será que eles tão indo correr atrás do sol? deve ser. É isso! Devem está fugindo do inverno. Apareceu também no caminho um monte de garças branquiiinha ao redor de uma lagoa, elas tavam soberanas de bico erguido fazendo o seu cantar, parecia assim uma rainha de maracatu nos cortejos de carnaval.

Passou por a gente uma casinha de taipa no mei do nada bem bonitinha de taipa e rodeada de florzinhas, uma arvore bem cheia de folhas bem verdes e um laguinho do lado. Parecia uns desenhos que eu fazia dos tempos de crianças na escola. Tinha também na estrada umas vacas livres bebendo água num açude que parecia uma pintura de cores bem vivas.

Ia se desabrochando pelo rumo que o carro ia tomando cores daquelas flores que nascem por conta própria despontando uns pontos coloridos no mei do verdão. Era uns amarelins, uns amarelos bem amarelão, uns lilazes, uns rosados, uns larajas bem alaranjado, brancaral de ruma, uns azuis bem azulzim e uns vermelhos que chegava a doer na vista de tão bonitas que eram.

O carro parou cheguei ao meu destino e tive que descer do Pau de Arara pra pegar o ônibus que vai rumo a cidade de chão cinza...

segunda-feira, abril 19, 2010

O espriguiçá do dia.


A de prêmero era só breu. A cum pouco vai ficando cinza. Pra dispois nascer um azul brilhante bunito de se vê. Aí de repente vai se abrindo um oin pequeninim, timiduzim que parece um bichim acuado. Esse zóin que era pequenino vai crescendo de poquim em poquim. A bem mais pra culá abre um oi um pouco maior e com um pouco menos de medo de se arreganhar. E lá pras banda de riba, agora com a toda a corage de se auto parir nasce um OIÃO bem grande que quando se abre se vê um clarão medonho. O oião fica todo arregalado e todos os outros oim vão se abrindo um por um. Daqui prum pouco já tão todos os zóio abertim abertim que tudo nesse mundo vai despertando. E aí nesse momento já não dá mais pra avistá donde que tá cada oim. E vai ficando lá pras banda de cima um imenso amarelado. E num instantim de nada, um tempim de piscar os zôio já tá o diazão claro!



(foto lidú).

quinta-feira, abril 15, 2010

E era tudo puro a suor e gozo.


Só o que se sentia naquele lugar abafado e quentinho, era os pequenos ruídos produzidos pela respiração. Era uma dança doida. Balançado de rede, movimentos improváveis. Gemidos roucos parecidos aos de uma guitarra distorcida. Não importa nada o que acontece fora desse bequinho estreito. Lá naquele lugar apertado se escuta tudo o que acontece com o resto. Então naquele momento em que todos deviam está trabalhano só se escutava o suor e o gozo. Pararam pra escutar aquela música estranha que ninguém compreendia a letra. O que se perguntava uns/umas aos/as outr@s era quem? quem tá cantando essa musica esquisita? Ninguém daquele bequinho sabia dizer. Eles não conheciam esse tipo de música. Só o arroz e feijão básico de todo dia é que eles sabiam escutar. Só os conselhos de papai e mamãe era o que eles ojviam. Mas numa tarde dessas em que o calor é insuportavel na cidade solar para uma pessoa que não tem ventilador. O que se fazia naquele calor infernal era um bom aproveitamento de suor...

terça-feira, abril 06, 2010

A estória do príncipe virou sapo.


Sempre fiquei imaginando um escrivinhado que falasse o contrário porque é isso que geralmente acontece, um sapo que vira príncipe. Mas prefiro um príncipe que virou sapo. Essa não é uma história de contos de fada, como muit@s podem até pensar. É uma história real de contos de bruxa. (gosto mais das bruxas e suas porções mágicas).

Então vamos lá.

Era uma vez um príncipe que namorava obviamente com uma princesa. Ele como todos os príncipes era educadíssíssimo, sempre cavalheiro e cavaleiro. Sempre ia na casa da donzela cortejá-la. Adorava fazer serenatas e alvoradas para sua amada. Sempre de mãos dadas acompanhava sua princesa até a parada da topic. Lavava as louças, tirava a mesa e nunca jamais arrotava na frente da namorada.

E tudo começou num dia qualquer em que o sapo tava brincando numa lagoa e de repente assim do nada se deparou com um belo rosto de uma donzela. Ficou paralisado olhando dentro de seus olhos. Até que como num feitiço ela PAM lhe dá um beijo. E ele no mais que de repente vira um príncipe e lhe toma num namoro daqueles de cadeirinha e tudo. Fica naquela felicidade pra sempre. Até que um belo dia a bruxa fica solta por aí. E ele fascinado pelo voar da vassoura, começa a achar a felicidade eterna um verdadeiro SACO!. Interessa-se mais pelo voar das notas dançantes. Se importa mais em ficar na beira do lago coaxando com suas/ seus amig@s sap@s. Velh@s amig@s da época da boemia girina. Não sabe como e nem quando mas aconteceu. O encanto acabou e a princesa debandou. Aí que o principe viveu uma pequena fossa se embriagando com a tristesa, porque ela sua amada resolveu se casar com outro. E esse sem dispersão boêmicas girinescas. Ou encantos de notas dançantes.

Pobre sapo, de tanto coaxar voltou sua forma de sapo. Na verdade, pobre não. Quando passa a fossa ele se dá conta que é feliz e infeliz assim desse jeitim. Coaxando pelos brejos pé-de-rato. Encontrando cada sapão paloso. Ele vive a cantar e indagar " que sentido tem querer ser companheiro de alguém?". Mas ele é mesmo esse coaxador, encantador que até já encontrou outras donzelas em outras beiras de lago. Mas ele não se metamorfoseia mais em principe. Permanece na sua forma mutante de sapo. E prefere assim. As vezes fere corações apaixonados, mas fazer o quê ser sapo tem os seus encantos e percalços.

E dizem por aí nas mais modestas rodinhas de violão que em noite de lua crescente se escuta o coaxar do sapo encantado nas beiras dos lagos do Oco do mundo...

terça-feira, março 30, 2010

meu caso foi mulher


Um dia desses encontrei uma fêmea arrancando os cabelos. fio por fio. fiquei logo aguniada com aquilo. (sabe quando você vê uma pereba bem feia que dá gastura porque parece que dói em você). Fiquei morrendo de vontade de ir até lá e pedí pra ela parar com aquilo, porque era tão aguniante vê-la arrancando os cabelos dolorosamente. caralho!!! pra quê isso? mas continuei na minha inércia só olhando.
até que ela arrancou todos os fios com todo o sacrificio do mundo. e numa doidice arrancou as roupas rasgando as peças íntimas. váila! endoidou agora a mulher. e de repente ela saiu correndo que nem uma desesperada e pulou dentro da cacimba.

EiTa PaU !!! corri pra tentar salvá -la. num momento muito curto de uma piscadela de olhar percebi meia inútil aquela tentativa de salvamento porque eu nem sabia nadar mesmo. mas continuei indo de qualquer forma. quem sabe lá não tinha corda, sei lá. cheguei na boca da cacimba e olhei pra dentro da cacimba. ela tava serena tomando um banhim bom. mergulhando fundo e se divertindo. fiquei incafifada mais ainda. só pode ser doida mesmo ou então deve beber gás. fazer isso tudo pra tomar banho de cacimba, ainda que ela tivesse tentando se matar eu até entenderia. fiquei esperando. agora mesmo que eu queria saber que diabo era aquilo?! Ela percebeu que eu tava olhando pra ela e nem ligou continuou tomando banho e dando mergulhos. aí me impacientei e gritei um - oi. ela nem ligou. dei um tempo e disse um pouco mais alto - Oi! só respondeu o eco da minha própria voz. aí berrei ainda mais alto - OI tá me ouvindo? e eu só ouvia o eco perguntando o ouvindo?

De repente como se fosse uma espécie de calango a mulher careca que se banhava na cacimba vinha subindo as paredes liguentas e cheia de cogumelos, sentou na beira da cacimba e perguntou um pouco seca - o que era? eu pedi desculpa por me intrometer nela mas queria muito saber o porque daquilo tudo. ela me pergunta de volta como se fosse um eco - aquilo tudo o quê? eu de imediata, mais doida ainda pra saberdisse - ora tudo, arrancar os cabelos daquele jeito, arrancar as roupas e rasgar o sutiã e a calcinha. e ela me diz - ah isso (com toda naturalidade). é que meu caso foi mulher. fiquei besta ó. como é que ela sabia da nossa piada interna. tentei barrar minha expressão de espanto. e perguntei - como assim?
- cansei! ( ela respondeu) . de tudo isso aqui. dessa competitividade feminina que a gente tem, dessa pressa de ter que acompanhar as roupas, os cabelos, os perfumes. tô afim da minha pele, afim de conhcer novos cheiros, novos amores. pra merda, a minha familia, o meu namorado, o meu trabalho. agora vou me curtir, curtir o mundo e vou curtir mais você. não me importa mais tanto essa bobagens de fardas invisiveis. cansei! CANSEI!!! ela berrou quase dentro do meu ouvido tão alto que quase tive uma pilôra. e daí ela pulou de costa se soltando por inteira na cacimba. e num subito tempo de respirar olhei de novo pra dentro da cacimba. e não vi mais nada e nem ouvi ela cair. chamei. gritei esperando resposta. e não ouvi nada mais que o eco da minha própria voz e não vi mais nada além do meu próprio reflexo.



* ( descrição da tela : uma mulher nua de pele negra, deitada de costas. visualização da costas e do seu bumbum, com paisagem tipo de por do sol, com um olho no mei do céu, traços fortes tipo de carvão. muitas cores. ah detalhe o quadro tá pendurado num guarda roupas).

** tela do loro.

quinta-feira, março 25, 2010

Um contado sobre um am@r livre.


Tava um dia desses conversando sobre as relações-de-poderes-na-nossa-sociedade-contemporânea-capitalista-e-blá-blá. E de repente pensei no am@r. O am@r livre. Geralmente quando se pensa em am@r não se pensa em ser livre amando. Porque geralmente algumas das partes quer mudar a uma ou a outra. E depois o namoro no fim das contas fica me parecendo uma relação de status sei lá.Quer dizer se você não tem namorad@ você deve ter algum problema. Eu não sei não hein. Mas também o am@r livre não tem nada a v com a quantidade de menin@s que você fica. Tem muita gente por aí e por aqui que acham isso mesmo. doidinh@s!

Porque o babado é com a gente, a gente é que tem se relacionar com a liberdade. Imagine se você vivesse uma situação dessas, você ficaria com uma/um menin@ secretamente. Quando ficasse as vontades seguiriam seus instintos. Nunca aconteceu uma D.R. e nem poderia porque não são namorad@s. E se nunca tivesse um EU TE AMO porque não precisaria disso. E se não ouvisse um EU GOSTO DE VOCÊ. Nada disso seria importante. Os abraços já dariam conta de tudo isso. E se você tivesse as certezas e as dúvidas de que não é pra sempre.Tudo o que foi dito antes nem importa tanto. Elas/eles sabem o que cada uma/um sente uma/um pel@ outr@. A uma ou a outra parte é livre também pra imaginar o que a uma ou a outra sente. O que nem é tanto assim, porque se você sente d a outra pode perfeitamente sentir d2 sem problemas conjugais e DRCIONAIS. nã pra quê isso de todo mundo do mesmo jeito. Brigariam por outras coisas. Conversariam sobre tudo menos sobre elas/eles mesm@. Se conectariam pelos instintos. Odiariam andar encangados sempre. Mas tem prazer da companhia uma/um d@ outr@.

Dançariam danças diferentes junt@s e separad@s. E é claro que isso não @s impediria de dançar com outras pessoas até porque ninguém determinou regra alguma de relacionamentos. Aliás nem se saberia o que era aquilo e nem se importariam com isso. Não ligariam se aquelas fossem suas últimas danças. porque nem foram marcados encontros nem nada. Não teria meu caso foi mulher porque não teria sentimento de posse. ah e o melhor ninguém poderia furar seus olhos porque primeiro seus relacionamentos são secretos e momentêneos e outra elas/eles são livres pra fazer aquilo dé na telha.



(***tela do loro.)

sábado, fevereiro 20, 2010

Diário de Carnaval (Parte 1).


sábado gordo.



No sábado de carnaval aconteceu o último ensaio do maracatu Nação Pici na escola Adroaldo (no Pici) antes de ir pra avenida ( que vem a ser amanhã). aí depois do ensaio de bicicletinha sendo levada na garupa pelo anderson que também tava no ensaio a gente foi até a casa dele(no Henrique Jore) saber se o loro ia pra festa da Kelly Brown( no Picuí -Caucaia). Assim que chego lá me deparo com uma monark verde que era do nilson, detalhe importante ele tava vindo da áfrica(piada interna). me juntei aos chegados da áfrica pra ficar por lá lendo poesias, lendo livros, bebendo vinho, escutando vinil. até dá a hora de ir pra festa e tal. ainda fui em casa (no pici) tomar um banho pra ir pra festa, e bem no meio do caminho encontrei o leandson, encontrei o leandson no meio do caminho. Pois é mas quando retorno achando que a cabeçada ia pra festa da Kelly Brown. nada, eles desistiram. motivo: meu caso foi mulher (outra piada interna). Então o loro dá a idéia da gente ir pro bar do vinil. fomos. até o leandson que não tava muito afim de ir, ah mas o anderson não quis ir. então a gente foi sorrindo a toa pelo caminho, ei era um chãozim viu até o bar do vinil que fica no jockey clube (eu acho).aí até chegar lá lá bateu uma fome, alguém deu idéia de tomar sorvete, mas ou a gente tomava sorvete ou tomava cerveja. optamos pela cerveja e seguimos até chegar no BenDitO bar do vinil, e aí que quando a gente chega lá o bar tava fechado, mó paia. mas na volta a gente gasta toda a nossa grana em sorvete o que era 4 e pouco deu uma bacia pequena de sorvete que a gente dividiu pra nós 4 (eu, leandson, loro e nilson). matamos nossa vontade de comer doce. e desistimos do carnaval. Quase dormindo ainda escuto uma tentativa de salvar a primeira noite oficial de carnaval, era o anderson no telefone querendo que eu levasse o aparelho de DVD pra gente assistir muito gelo e dois dedos dágua, tomar vinho, merendar e comer pizza. Ainda nessa primeira noite de carnaval nas conversinha descubro que o nilson e o adriano tavam indo de bicicleta pro Batoque mas isso é outra história...



(não percam os próximos capítulos).

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

a bichinha.




Ela vive frustrada a bichinha.


nunca deu umazinha só.


sempre vigiada.


amargurada.


recalcada.


acho mesmo que nunca gozou.


desconta em mim.

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

o grafiteiro dos fins de tarde.


Todo dia sempre no mesmo horário ele repete o mesmo gesto.
De descer e pintar o céu.
Pinta com as cores que ele mesmo cria.
Ele cria essas cores usadas nessas suas pinturas ritualística só usando luzes.
São grafites vistos pelo mundo todo.
Seus grafites nunca foram expostos em paredes ou muros somente no céu.
Num certo horário do dia muita gente para um momento só pra contemplar as pinturas do céu. Esse tempo de pintar assim é muito antigo por ele.
Me disseram por aí que esse pintor é chamado de sol e que ele é conhecido como o grafiteiro dos fins de tarde.
Qualquer dia desses você acaba se deparando com um desses grafites basta olhar pro céu.

sábado, janeiro 30, 2010

o pôrdosoldopici.

acho que a gente não tem religião. se tivesse seria contemplação. sem Deus e sem deuses. mas olhar o pôrdosol é uma das melhores coisas que existe.



terça-feira, janeiro 12, 2010

transbordando


sabe quando você transborda em si mesma e no mundo assim tudo junto e misturado. Uma noite dessas de datas festivas que todo mundo se abraça e come peru na ceia. Resolve me resguardar em mim mesma merendaando na lua e olhando pras nunvens. Eu posso dizer que nesse dia eu vi duendes. De várias formas de vários tamanhos de várias cores de variados movimentos. Foi lindo e maravilhoso um momento que eu consegui me encontrar em mim e no mundo. saber que eu danço com o mundo de um jeito forte e bonito. Outra vez dessas que as pessoas vão a praia e resolvem que tem que ficar feliz e rir das suas besteiras. Fiquei numa relação a 4. ficamos eu, o mar, a areias e as nunvens foi um êxtase pan consegui transcender tanto ao ponto de chorar e depois ficar flutuando nas nuvens. E agora numa comunidade bem pretinha de alegria fiquei a um palmo de um breu de ceu estrelado tanto que consegui vê duas estrelas cadentes fiz dois pedidos que já se realizaram. Sem Deus nem o Diabo quando tem céuestrelasmarnuvensareia que eu posssa abraçar nua.